Não espanta, bem vistas as coisas, que o putativo salvador da pátria, sempre frenético para dizer coisas e aldrabar quem possa, não se pronuncie sobre a agressão ao Irão e as respectivas consequências para o bolso dos cidadãos. Não passa, sabemo-lo bem, de uma marioneta local da internacional fascista orquestrada pelos mestres e senhores do algoritmo. O que inquieta é que os supostos jornalistas (aparentemente) não lhe façam perguntas sobre o assunto.