Regresso, mais de um mês volvido, à minha habitual dieta (à qual, tragicamente, falta agora a cigarrilha pós-prandial). Num restaurante a que recorro irregularmente, e apenas em caso de emergência, solicito a minha dose de tripas com feijão. Sirvo-me duas vezes, liberalmente, o que não chega para fazer justiça à abundante ração. Precocemente enfartado, peço o café e a conta. Horrorizado pelo desperdício, o serviçal interroga-me:
- Então não come nada?