sexta-feira, 24 de junho de 2016

E ainda assim

Talvez já não seja novidade nenhuma, mas está quase nas livrarias um novo romance em que andei perdendo o meu tempo. Chama-se "Macaco Infinito" e a capa está aí na barra lateral do blogue. O texto da contracapa diz assim:

Partindo do Teorema do Macaco Infinito, Marmelo escreveu uma metáfora sobre a criação, o mal e o tempo que vivemos: Paulo Piconegro é o dono, paralítico e amargo, de um prostíbulo. Maria do Socorro, a rapariga mais bonita do Bar Mitzvá, é a sua escrava sexual. Wakaso é o criado negro, absolutamente disponível e servil, manso e eficaz como um eletrodoméstico. Passa o tempo livre diante da máquina de escrever, forçado à crueldade de tentar concretizar o metafórico teorema. Objecto do ódio e da flor morta da misantropia de Piconegro, o criado acabará também por acrescentar uma nova dimensão à reprodução de um célebre tríptico de Hieronymus Bosch que o patrão tem no quarto.